SORAYA COHEN a VOZ PARINTINA...
domingo, 13 de outubro de 2019
SORAYA COHEN a VOZ PARINTINA...: Baile da Cidade MANAUS
SORAYA COHEN a VOZ PARINTINA...: Baile da Cidade MANAUS: Uma multidão de apaixonados, mais de 2 mil pessoas, promete lotar o Centro de Convenções MANAUS PLAZA, sábado, 30/Nov, a partir das 20h30,...
Baile da Cidade MANAUS
Uma multidão de apaixonados, mais de 2 mil pessoas, promete lotar o Centro de Convenções MANAUS PLAZA, sábado, 30/Nov, a partir das 20h30, quando o LUSO CLUB realizará o Baile da Cidade:
Os shows de Renato e SEUS BLUE CAPS, FÁTIMA Silva, BERG Guerra, e do Dj Renato Rocha.
O evento resgata a dança coladinha e o romantismo inesquecível dos anos áureos da Jovem Guarda. Nessa Festa de confraternização da Comunidade Portuguesa e Sociedade Amazonense, a musicalidade é toda MPB, Discoteca e ritmos que embalaram muitos casais que estão juntinhos até hoje.
SINTONIA ARTÍSTICA by Arnaldo Neto e Aluízio Jackmonth do Nostalgia Clube também compõem essa produção.
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sexta-feira, 29 de abril de 2016
Boi-Bumbá ao toque das "caixinhas"
Preços dos ingressos caros para as três noites do 51º.Festival Folclórico de Parintins. Passagens aéreas que ultrapassam o valor do trecho Manaus/Rio de Janeiro/ Manaus.
Hospedagem que beiram o absurdo de 1.500 reais por pessoa.
Somando com a proposta do Governo do Estado em reduzir para 2 noites os espetáculos produzidos pelos bois-bumbás Caprichoso e Garantido, me leva à concluir que a política partidária engoliu os bois já faz algum tempo, e ninguém consegue aceitar essa dolorosa realidade.
Mestre JAIR MENDES participando do movimento azul&vermelho que abraçou o Centro Desportivo e Cultural Amazonino Mendes - o Bumbodromo pela manutenção das três noites de Festival. Com a palavra os POLÍTICOS DE "CARTEIRINHA" E PASSES LIVRES PARA OS CAMAROTES VIP'S DURANTE O FESTIVAL FOLCLÓRICO DE PARINTINS.
DEAMAZÔNIA PARINTINS, AM - Artistas vão
abraçar Bumbódromo contra redução de uma noite do Festival
Noticia atualizada
em: 2016-04-27 01:33:08
A proposta de realizar
o Festival Folclórico de Parintins 2016, em duas noite e não em três, e
consequentemente, a queda de 50% no repasse de verba do Governo do Estado são
os motivos dos protestos que artistas dos bois-bumbás Garantido e Caprichoso,
dirigentes, brincantes e torcedores realizarão nesta quinta-feira (28), em
frente ao Bumbódromo.
Eles darão um abraço simbólico no Bumbódromo para dizer que não aceitam
a proposta. É uma proposta tácita, que existe, mas que ninguém, da organização
do evento, assume .“O Festival de Parintins tem mais de 50 anos e já tivemos
várias crises no país, Esta não é a primeira, e nem por isso acabaram com
a festa”, disse um dirigente de boi.
Na última reunião entre o secretário de Cultura do Estado, Robério Braga
e os presidentes Joilto Azedo(Caprichoso) e Adelson Albuquerque (Garantido) o
tema foi novamente tocado para que as agremiações adequassem as apresentações
para somente dois dias de disputa.
O detalhe é que o Governo não assume que propôs a redução dos
dias, disseram ontem membros da alta cúpula dos bois. Com a indefinição do
valor do repasse da SEC, por conta de não se chegar a um fechamento se o
festival ficará em três ou duas noites é que os artistas se mobilizaram pelo
protesto de quinta-feira, em Parintins. A manifestação iniciará às 17h quando
encerram os turnos dos trabalhos nos galpões dos bumbás.
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Notícia postada em 2016-04-29
08:43:11
Sepultamento do Festival de Parintins e a ópera do “doutor” Robério
Braga....
Comanda
tudo na SEC e parece não comandar nada. Nada está às claras sobre o tema de
reduzir em mais de 50% o valor de repasse aos bumbás para o festival de 2016
Horas após artistas, dirigentes e
torcedores de Caprichoso e Garantido, além de outros segmentos da população de
Parintins, comparecerem ao entorno do Bumbódromo para realizar ato em prol a
manutenção do Festival Folclórico, na tarde de quinta-feira, 28 de abril, à
noite a Secretaria de Estado de Cultura (SEC) e Governo, comandada há mais de
20 anos pelo todo poderoso “doutor” Robério Braga, enviou nota à imprensa
“tirando o corpo” fora de qualquer tipo de “manobra” para enterrar a festa. A
nota é um retrato do jeito Robério de ser. Comanda tudo na SEC e parece não
comandar nada. Nada está às claras sobre o tema de reduzir em mais de 50% o
valor de repasse aos bumbás para o festival de 2016. Ano passado o corte já foi
de 20%. Inevitavelmente a cidade perderia uma ou até duas noites da disputa.
A nota é taxativa de não haver
nenhuma proposta nesse sentido, mas o “dono” da SEC sabe muito bem que nas
conversas nos gabinetes palacianos o tema é tratado sempre na abordagem com
Joilto Azedo do Caprichoso e Adelson Albuquerque do Garantido. Esse jogo de “me
engana que eu gosto” vai num momento esbarrar na figura do governador José Melo
(Pros), tão arranhada já com greves de professores, polícia, fechamento de
hospitais, crise econômica e cassação política. Mas, Robério é um bom soldado e
cumpridor de ordens. Não comentaria nada de tamanho insulto ao povo
parintinense à toa.
O secretário estadual da SEC há
vários festivais é acusado de ser contra e algoz da brincadeira da turma da
Baixa de São José e da Francesa. Fred Góes do Garantido brinca sobre o tema:
“já até cansei de brigar com o Robério”. Numa época o festival “já está
cansado, enfadonho”, outro momento “tem falta de organização, a modernização
mecânica não chegou, alegorias de forma artesanais quebram e quebram”, reclama
como se a SEC não estivesse ao lado dos bumbás para tais providências tomar e
aprimorar esses tópicos.
Sempre é ventilado na imprensa a
paixão ardente do “doutor” Robério Braga por ópera. Aos leigos caboclos dessas
paragens, a ópera popularizada na Itália no começo do século XVII é segmento
dramático musicada, desprovida de partes faladas, composta de recitativos,
árias (canções), coro, às vezes de balé e acompanhada de orquestra, explicam os
catedráticos. Desde tempos do nascedouro, a ópera adorada pelo “doutor” é
apreciada, principalmente pela burguesia e aristocracia. Burgueses a bem da
verdade até tentam popularizar a vertente. Nesse Amazonas chegou durante o
Ciclo da Borracha com a construção do famoso Teatro Amazonas, inaugurado em
1896. Quase nesse mesmo período na Ilha Bela da Imperatriz os pássaros, cordões
e bois começavam a desabrochar.
Pois bem, a brincadeira de anos do
Mestre Lindolfo Monteverde, Luiz Gonzaga, Irmãos Cid e tantos outros
personagens da Velha Tupinambarana é a nossa “ópera a céu aberto”. Ópera
incrementada pelo mestre dos mestres Jair Mendes nas alegorias do Garantido,
depois irmão Miguel de Pasqualle moldando pintores e escultores das artes do
Caprichoso e tantos outros.
Nossa ópera indígena, cabocla e de
negro tem música, cênica, coral (as galeras fazem até mais que isso), orquestra
de tambores e palminhas feitas de madeira, manuseadas através dos marujeiros e
batuqueiros. Aqui tem recital com os versos dos Amos do Vermelho e do Azul.
Temos até os solistas, hoje David Assayag e Sebastião Júnior a executar as
árias.
Podemos na nossa ópera não ter o
padrão exigido nas óperas clássicas de Carmen de Bizet, Aída de Verdi,
Guilherme Tell de Rossini, O Barbeiro de Sevilha, de Gioacchino Rossini,
Cavalleria Rusticana, de Pietro Mascagni Flauta Mágica de Mozart, La Gioconda,
de Amilcare Ponchielli, no entanto padronizamos a Amazônia. A defesa e
resistência da floresta e dos povos que nela insistem em viver: Amazônia Viva,
Amazônia a Grande Maloca. E assim como a velha ópera burguesa, as apresentações
do Vermelho e do Azul encantam e emocionam quem assiste pela primeira vez o
espetáculo.
De certo “doutor” Robério Braga e o
atual governador José Melo não podem ser unicamente culpados e unicamente
criticados pela crise e os devaneios que culminam com dívidas estratosféricas
no Azul e no Vermelho. Ex-presidentes ajudaram a cavar esse buraco. Mas se o
buraco está pronto o “doutor” Robério e o “professor” José Melo não podem
começar a sepultar de vez a festa. Mesmo o mais desiludido do festival ou quem
não ligue para o evento sabe no fundo da existência da cadeia produtiva
econômica, social, ambiental e cultural envolvida durante quatro meses que
antecedem o evento. Vai completar mais de uma década que a cada um real
investido nos bumbás, quase 30% vai para pagar luz e sonorização do Bumbódromo.
E detalhe, não se sabe da tal licitação, pois os dirigentes ao assinarem
convênio com a SEC têm que aceitar o que vem embutido em cláusula contratual à
empresa que vai ganhar esses milhões com o som.
Somado ao enredo nem entraremos no
mérito de exposição midiática que a festa e os artistas oferecem gratuitamente
ao senhor governador, ao senhor secretário de cultura e a todo o Amazonas,
antes, durante e depois da cobertura da imprensa. Pois não haveria como o
“jabá” ser pago.
Se o FECANI de Itacoatiara foi
reduzido e outros festivais até dizimados e a população não gritou, protestou e
se manifestou é outra situação. Parintins é diferente. Parintins deve ser
olhada com a grandeza que merece. Merece, pois se fez, merece. Merece, pois a
referência da cultura de eventos populares do interior todo do Amazonas é
inspirado e tem moldes do festival dos Tupinambás. Merece, pois a referência do
Amazonas fora do estado é o festival e a genialidade dos artistas. Na capital
perdemos espaço para outros segmentos culturais, seja na música ou dança. Mais
isso é natural, ninguém é obrigado a gostar apenas do “dois pra lá e dois pra
cá”. Não se pode ainda simplesmente comparar de forma econômica o Festival de
Parintins com o Carnaval do Rio de Janeiro e São Paulo, pois além de estarem no
centro financeiro do Brasil, receberem apoio dos governos federais, estaduais e
municipais, essas escolas de sambas têm dos generosos “bicheiros” vultosas
doações, sequer contabilizadas.
Dessa forma, é preciso ação de forma
positiva do executivo estadual para evitar o sepultamento gradativo do Festival
Folclórico de Parintins, pois a reação de Parintins começou.
Contatos Koiote
hudsonllima@hotmail.com
WhatsApp e Torpedos
991542015
domingo, 24 de abril de 2016
Arthur Neto cancela o Congresso Mundial e deixa 92 países à deriva.
PREFEITO
DE MANAUS DECLINA DO CONGRESSO MUNDIAL DE TEATRO
Representantes
da comissão organizadora do 35º Congresso Internacional de Teatro, realizado
pelo Instituto Internacional de Teatro (ITI, sigla em inglês, para
International Theater Institute), entidade vinculada à Unesco e a maior
representação política das artes cênicas no mundo, foram surpreendidas na
ultima sexta-feira (15) com a decisão do prefeito Arthur Neto em cancelar o
evento, faltando 45 dias para a realização, em completo desalinho aos milhares
de participantes que há dois anos se prepararam, comprando passagens, etc, para
participarem do encontro.
Em
reunião em Manaus no mês de fevereiro, a comissão organizadora liderada pelo
presidente do CONCULTURA (Conselho Municipal
de Cultura), Márcio Souza e a equipe do ITI decidiram ações e planejamento do
maior evento das artes cênicas e teatro que seria realizado pela primeira vez
na América Latina, em Manaus, entre os dias 30/maio a 4/junho de 2016. Dos
detalhamentos acionados o objetivo do ITI é promover a discussão das diretrizes
e dos rumos do teatro no mundo e, com a Mostra Internacional de Teatro,
promover o intercâmbio cultural e artístico entre os 92 países participantes.
A
Espanha assumiu a liderança para sediar o congresso. Por hora a outra meta do
ITI é dirimir o prejuízo causado aos participantes que já tinham comprado
bilhetes aéreos com a antecedência de praxe, considerando que o evento acontece
bianualmente.
Apesar
da tentativa do prefeito Arthur Neto em conseguir um empréstimo no BID no valor de 1 milhão
e trezentos mil para dar suporte ao evento, com a negativa do Banco
Interamericano de Desenvolvimento, recebido na semana passada, inviabilizou o
compromisso assumido pela prefeitura em realizar o congresso na capital.
Para
Celdo Braga, diretor do Concultura, “Manaus terá um prejuízo incalculável no
setor cultural e turístico, além dos intercâmbios mundiais que seriam
delineados”. A cidade teria o retorno do capital investido, concluiu Celdo.
terça-feira, 19 de abril de 2016
O MEU LADO DE ÍNDIO É O MELHOR QUE EU TENHO...
![]() |
| EU, quando Vice-Presidente do BOI-BUMBÁ CAPRICHOSO (ecologicamente correto para a época) |
UM DIA PARA NÃO SAIR DA LEMBRANÇA
Se alguém conseguiu falar magistralmente do índio brasileiro, esse alguém foi
Antonio Gonçalves Dias, poeta
maranhense, se orgulhava de ser filho de português com mulher cafuza. Tinha, portanto,
sangue branco, negro e índio, a mescla étnica que domina a formação cultural
brasileira. Embora cantasse a
bravura do índio, ele também lamentava o recolhimento físico e cultural do povo
indígena.
Deixou muitas obras indianistas,
dentro do romantismo que abraçou como conceito literário de sua época. Em
homenagem ao Dia do Índio, que se
comemora, hoje ( 19 de abril), publicamos um de seus poemas mais conhecidos.
CANÇÃO DO TAMOIO
I Não chores, meu filho;
Não chores, que a vida
É luta renhida:
Viver é lutar.
A vida é combate,
Que os fracos abate,
Que os fortes, os bravos
Só pode exaltar.
Não chores, que a vida
É luta renhida:
Viver é lutar.
A vida é combate,
Que os fracos abate,
Que os fortes, os bravos
Só pode exaltar.
II Um
dia vivemos!
O homem que é forte
Não teme da morte;
Só teme fugir;
No arco que entesa
Tem certa uma presa,
Quer seja tapuia,
Condor ou tapir.
O homem que é forte
Não teme da morte;
Só teme fugir;
No arco que entesa
Tem certa uma presa,
Quer seja tapuia,
Condor ou tapir.
III O
forte, o covarde
Seus feitos inveja
De o ver na peleja
Garboso e feroz;
E os tímidos velhos
Nos graves concelhos,
Curvadas as frontes,
Escutam-lhe a voz!
Seus feitos inveja
De o ver na peleja
Garboso e feroz;
E os tímidos velhos
Nos graves concelhos,
Curvadas as frontes,
Escutam-lhe a voz!
IV Domina,
se vive;
Se morre, descansa
Dos seus na lembrança,
Na voz do porvir.
Não cures da vida!
Sê bravo, sê forte!
Não fujas da morte,
Que a morte há de vir!
Se morre, descansa
Dos seus na lembrança,
Na voz do porvir.
Não cures da vida!
Sê bravo, sê forte!
Não fujas da morte,
Que a morte há de vir!
V E
pois que és meu filho,
Meus brios reveste;
Tamoio nasceste,
Valente serás.
Sê duro guerreiro,
Robusto, fragueiro,
Brasão dos tamoios
Na guerra e na paz.
Meus brios reveste;
Tamoio nasceste,
Valente serás.
Sê duro guerreiro,
Robusto, fragueiro,
Brasão dos tamoios
Na guerra e na paz.
VI
Teu grito de guerra
Retumbe aos ouvidos
D’imigos transidos
Por vil comoção;
E tremam d’ouvi-lo
Pior que o sibilo
Das setas ligeiras,
Pior que o trovão.
Retumbe aos ouvidos
D’imigos transidos
Por vil comoção;
E tremam d’ouvi-lo
Pior que o sibilo
Das setas ligeiras,
Pior que o trovão.
VII
E a mão nessas tabas,
Querendo calados
Os filhos criados
Na lei do terror;
Teu nome lhes diga,
Que a gente inimiga
Talvez não escute
Sem pranto, sem dor!
Querendo calados
Os filhos criados
Na lei do terror;
Teu nome lhes diga,
Que a gente inimiga
Talvez não escute
Sem pranto, sem dor!
![]() |
| MARLESSANDRA FERNANDES - A MAIS BELA DE TODAS AS CUNHÃS |
VIII
Porém
se a fortuna,
Traindo teus passos,
Te arroja nos laços
Do inimigo falaz!
Na última hora
Teus feitos memora,
Tranqüilo nos gestos,
Impávido, audaz.
Traindo teus passos,
Te arroja nos laços
Do inimigo falaz!
Na última hora
Teus feitos memora,
Tranqüilo nos gestos,
Impávido, audaz.
IX E
cai como o tronco
Do raio tocado,
Partido, rojado
Por larga extensão;
Assim morre o forte!
No passo da morte
Triunfa, conquista
Mais alto brasão.
Do raio tocado,
Partido, rojado
Por larga extensão;
Assim morre o forte!
No passo da morte
Triunfa, conquista
Mais alto brasão.
X As
armas ensaia,
Penetra na vida:
Pesada ou querida,
Viver é lutar.
Se o duro combate
Os fracos abate,
Aos fortes, aos bravos,
Só pode exaltar.
Penetra na vida:
Pesada ou querida,
Viver é lutar.
Se o duro combate
Os fracos abate,
Aos fortes, aos bravos,
Só pode exaltar.
quinta-feira, 14 de abril de 2016
TURISMO LEVADO A SÉRIO É O QUE O AMAZONAS ESTÁ PRECISANDO MESMO.

O Amazonas será o estado da Região Norte onde a tocha olímpica visitará o maior número de cidades. No dia 19 de junho, o símbolo dos Jogos Olímpicos Rio 2016 desembarca em Manaus, onde pernoita depois de visitar os principais atrativos turísticos locais. Dali, parte para Presidente Figueiredo e, depois, para Iranduba, na região metropolitana da capital amazonense.
Em Manaus, fazem parte do roteiro da tocha ícones do turismo local como o Teatro Amazonas, de 1896, símbolo da riqueza gerada pelo Ciclo da Borracha, e a Ponte Rio Negro. Como não poderia deixar de ser em um evento esportivo da dimensão da Olimpíada, a chama iluminará também a Arena da Amazônia, estádio construído para a Copa do Mundo e que agora será também uma das sedes do futebol olímpico.
O grande cenário de celebração da passagem da tocha por Manaus será a Ponta Negra, cartão postal da capital revitalizado com recursos do programa Prodetur do Ministério do Turismo. No dia 20, o revezamento continua em Presidente Figueiredo, município repleto de cachoeiras e possibilidades de convívio com as riquezas da Floresta Amazônica. A tocha se despede do Amazonas em Iranduba, na margem direita do Rio Negro e conhecida pelos hotéis de selva e sítios arqueológicos que abriga.
Manaus recebeu reforço do Ministério do Turismo para, além de destino de natureza e aventura, se consolidar como importante centro de negócios do norte do país. A construção do Centro de Convenções do Amazonas, obra com R$ 62 milhões aportados pelo MTur, é um exemplo desta parceria. No total, os investimentos no Amazonas somam mais de R$ 121 milhões.
O revezamento da tocha olímpica começa no dia 03 de maio, em Brasília. Até o dia 04 de agosto, véspera do início dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 percorrerá mais de 330 cidades de todas as regiões do país.
Confira o mapa do revezamento da tocha olímpica, produzido pelo Ministério do Turismo:
quinta-feira, 24 de março de 2016
PÁSCOA É RENOVAÇÃO
Páscoa é uma importante celebração
da igreja cristã em homenagem a ressurreição de Jesus Cristo.
De acordo com o calendário cristão, a
Páscoa consiste no encerramento da conhecida Semana Santa. As
comemorações referentes à Páscoa começam na "Sexta Feira Santa", onde
é celebrada a crucificação de Jesus, terminando no "Domingo de
Páscoa", que celebra a sua ressurreição e o primeiro aparecimento aos seus
discípulos.
Durante
os 40 dias que precedem a Semana
Santa e a Páscoa
- período conhecido como Quaresma - os cristãos se
dedicam à penitência para lembrar os 40 dias passados por Jesus no
deserto e os sofrimentos que ele suportou na cruz. A Semana Santa começa com o
Domingo de Ramos, que lembra a entrada de Jesus em Jerusalém, ocasião em que as
pessoas cobriam a estrada com folhas da palmeira, para comemorar a sua chegada.
O dia da Páscoa foi estabelecido por decreto do Primeiro Concílio
de Niceia (ano de 325 d.C), devendo ser celebrado sempre ao domingo
após a primeira lua cheia do equinócio da primavera (no Hemisfério Norte) e
outono (no Hemisfério Sul). É classificada como uma festa móvel,
assim como todas as demais festividades que estão relacionadas a esta data,
como o Carnaval, por exemplo. No entanto, costuma acontecer entre os dias 22 de
março a 25 de abril.
A Páscoa é
comemorada em vários países, principalmente aqueles com fortes influências do
cristianismo. Os espanhóis chamam a data de Pascua, os italianos
de Pasqua e os franceses de Pâques.
Etimologicamente, o termo Páscoa se
originou a partir do latim Pascha, que por sua vez, deriva do
hebraico Pessach / Pesach, que significa “a
passagem”.
Páscoa judaica
Para
os judeus, a Páscoa (Pessach ou Pesach) é uma antiga festa realizada para celebrar
a libertação do povo hebreu do cativeiro no Egito, aproximadamente em 1280
a.C. As festividades começavam na tarde
do dia 14 do mês lunar de Nisan. Era servida uma refeição semelhante a que
os hebreus fizeram ao sair apressadamente do Egito (o Sêder de Pessach).
A Páscoa Cristã é
uma das festividades mais importantes para o
cristianismo, pois representa a ressurreição de Jesus Cristo,
o filho de Deus.
A
data é comemorada anualmente no primeiro domingo após a primeira lua cheia que
ocorre no início da primavera (no Hemisfério Norte) e do outono (no Hemisfério
Sul). A data é sempre entre os dias 22 de março e 25 de abril.
Símbolos da Páscoa
A Páscoa é recheada de símbolos
representativos, assim como quase todas as celebrações religiosas. A
maioria destes símbolos, no entanto, foram sincretizados pela igreja a partir
de costumes e rituais pagãos ou de outras religiões.
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